Andarilho
Andarilho
Andei pelos trilhos
Pelos trilhos andei.
Andei pelos campos
Pelos campos andei.
Atravessei rios e lagos
Lagos e rios atravessei.
Atravessei pontes e viadutos
Viadutos e pontes atravessei.
Ainda não te encontrei.
Onde está vocêêê...
DEUS?
Criação: 20 de Julho de 2001
Andei pelos trilhos
Pelos trilhos andei.
Andei pelos campos
Pelos campos andei.
Atravessei rios e lagos
Lagos e rios atravessei.
Atravessei pontes e viadutos
Viadutos e pontes atravessei.
Ainda não te encontrei.
Onde está vocêêê...
DEUS?
Criação: 20 de Julho de 2001
Francisco Alves Miztetlan
Enviado por Francisco Alves Miztetlan em 08/06/2009
Reeditado em 22/10/2010
Código do texto: T1638866
Reeditado em 22/10/2010
Código do texto: T1638866
DIA FÚNEBRES
Pensamento taciturnos povoam a minha mente
A dor eterna de meu ser parece dilacerar-me lentamente
Vermes carnívoros e esfomeados
Alimentam-se de meus espiritos amendrontados
Rombam-me o néctar da vida
Drenam-me a energia
Oh!
Minha alma está inundada diante de tantas lágrimas
Oculta lágrimas
Meu semblante denuncia languidez
Meu cálice negro vital transborda morbidez
Mas não sei chorar
Não consigo chorar
E então vem-me a dúvida:
Até quando será assim?
Será que um dia terá fim?
A morte seria a libertação?
O final da escuridão
Mas a escuridão é o meu claustro!
Sinto-me ao seu lado
O cenário caótico
deslumbra-me por inteiro
Sombras são os meus único companheiros
Seres sorturnos, uivantes
Causa-me dor e prazer
delirantes
Como um oceano escarlate de sangue
Banho-me nestas águas espumantes
O líquido púrpuro acaricia meu corpo trépido
Adentra em meus abismos quiméricos
Suas águas inebriantes despertam o meu torpor
Regam o jardim
de flores negras de vão amor
Desejos, volúpias, encantos, desalentos, dormência de edêmicos venenos
Resta-me somente o prazer dissoluto
Minhas amantes?
São seres noturnos
Que em minha morada profana e lasciva
Torna minha alma ensadecida
- Flores negras à ti
Uma rosa
negra somente para que tu possas conhece-me
Como nenhuma outra, uma rosa sensual mas engrecida, e cansada por noites orgírias de eterno delírio.
A dor eterna de meu ser parece dilacerar-me lentamente
Vermes carnívoros e esfomeados
Alimentam-se de meus espiritos amendrontados
Rombam-me o néctar da vida
Drenam-me a energia
Oh!
Minha alma está inundada diante de tantas lágrimas
Oculta lágrimas
Meu semblante denuncia languidez
Meu cálice negro vital transborda morbidez
Mas não sei chorar
Não consigo chorar
E então vem-me a dúvida:
Até quando será assim?
Será que um dia terá fim?
A morte seria a libertação?
O final da escuridão
Mas a escuridão é o meu claustro!
Sinto-me ao seu lado
O cenário caótico
deslumbra-me por inteiro
Sombras são os meus único companheiros
Seres sorturnos, uivantes
Causa-me dor e prazer
Como um oceano escarlate de sangue
Banho-me nestas águas espumantes
O líquido púrpuro acaricia meu corpo trépido
Adentra em meus abismos quiméricos
Suas águas inebriantes despertam o meu torpor
Regam o jardim
Desejos, volúpias, encantos, desalentos, dormência de edêmicos venenos
Resta-me somente o prazer dissoluto
Minhas amantes?
São seres noturnos
Que em minha morada profana e lasciva
Torna minha alma ensadecida
- Flores negras à ti
Uma rosa
Como nenhuma outra, uma rosa sensual mas engrecida, e cansada por noites orgírias de eterno delírio.
Francisco Alves Miztetlan
Enviado por Francisco Alves Miztetlan em 10/09/2010
Código do texto: T2489385
Francisco Alves Miztetlan
Código do texto: T2489385
Adão E Eva
Éden
Meia noite
O silêncio entoa a sua melodia lúgubre
No devasso obscuro minha alma viaja
Percorre caminhos tridimensionais dispara
Esbarra em meus desvairados pensamentos lúbricos
À noite está quente
O ambiente exala um odor característico das orgias febris
O coração, latente
Em meus sonhos delirantes mais vis
Sinto teu coração palpitar
Tua boca lasciva busca
o meu corpo sedento
o suor que escorre de nossos corpos brilham como cristais ao luar
E tua alma adentro
Um banquete nos espera
O vinho degela
banho-te com o líquido púrpuro
Inundo-te com meu amor súcubo
Minha lígua absorve cada gota da bebida escarlate
Diga adeus ás castidades
Desgusto-me com tua pele
macia e brilhante
Meu corpo agora está radiante
Tua s carícias são suaves, doces possui a mim suavemente
mas teu olhar devorar-me violentamente
Rasga-me a roupa num momento
brusco e rápido
Meu coração bate tresloucado
Percorrre as minhas carnes com tua língua ardente
Voluptuosamente
Abro caminhos para correr livre
, minha deusa mulher!
Como antes em meus latentes sonhos
Mas agora a encontra perfeita dar-se
O desejo e o do carnel
Somos Samael e Lilith, Adão e Eva
A dançarmos a dança sensual da paixão
Nossos corpos, em espasmos esquizofrênicos
Atinge o ápice do prazer edêmico
O silêncio entoa a sua melodia lúgubre
No devasso obscuro minha alma viaja
Percorre caminhos tridimensionais dispara
Esbarra em meus desvairados pensamentos lúbricos
À noite está quente
O ambiente exala um odor característico das orgias febris
O coração, latente
Em meus sonhos delirantes mais vis
Sinto teu coração palpitar
Tua boca lasciva busca
o suor que escorre de nossos corpos brilham como cristais ao luar
E tua alma adentro
Um banquete nos espera
O vinho degela
banho-te com o líquido púrpuro
Inundo-te com meu amor súcubo
Minha lígua absorve cada gota da bebida escarlate
Diga adeus ás castidades
Desgusto-me com tua pele
Meu corpo agora está radiante
Tua s carícias são suaves, doces possui a mim suavemente
mas teu olhar devorar-me violentamente
Rasga-me a roupa num momento
Meu coração bate tresloucado
Percorrre as minhas carnes com tua língua ardente
Voluptuosamente
Abro caminhos para correr livre
Como antes em meus latentes sonhos
Mas agora a encontra perfeita dar-se
O desejo e o do carnel
Somos Samael e Lilith, Adão e Eva
A dançarmos a dança sensual da paixão
Nossos corpos, em espasmos esquizofrênicos
Atinge o ápice do prazer edêmico
Francisco Alves Miztetlan
Enviado por Francisco Alves Miztetlan em 14/11/2009
Código do texto: T1923063
A pureza do seu corpo
Com a inocência de sua alma me seduz
Seu corpo nu incorporando a deusa se faz luz
Teus olhos sombreados de negro encaram-me
Na calada dessa noite possui-me
Pensamentos e sentimentos
Toda libidiosidade do ser está presente
Nossos corpos colados sentimos nossa respiração
O calor que tu me pssasa é mais do que pura sensação
Num sicronismo perfeito sinto o ar que sai de seu pulmão
A embriagues se faz presente
Profatizo seu corpo
Oh alma reluzente
Com um simples toque em sua pele eu sussurro
minhas mãos serenas tocam-te, minha doce succubus
Sua boca carnuda e lambuzada pelo mel da enternidade
Eleva meu ser, minha profana deidade
As carícias come4çam
Nossos corpos se entregam
Minha lígua percoore seu corpo nu
Por um momento somos apenas um
meus caninos lentamente invadem sua pele
meus delírios ecoam rastro de pura paixão que não lhe fere
seus lábios agora nos meus envaidecem-me
A doce melodia indiana ao fundo enloquece-me
Tomo uma garrafa de uma bebida doada por Baco
Acor do sangue, a cor da vida, pura lúbrica, oh ser libinosa
Nossos corpos melados pela fúnebre bebida
Espairece atá as almas mais sofridas
Agora tu pegas as frutas silvestres vermelhas
E as toma com a sua boca serena
O morango sexy em sua boca
Estremece-me!!
Uma coisa louca
Delicia-me em sua língua
Sacio-me de toda minha agonia
As velas vermelhas ainda estão acesas
O doce incenso, perfuma o fervoroso ambiente
Comecemos então
Nossa bela sensão
De delícias apaixonantes
Quentes e aconchegantes
Como Lilith você se aconchega em cima de meu corpo
De movimentos suaves e eternos, sinto oseu gosto
O cheiro do sândalo ainda se faz presente
Do almíscar à verbena sinto-te alma veemente
dançamos loucamente
E cada vez mais lentamente
Para sentir a energia extasiante que nos espera
Sinta-me dentro de ti minha amada das trevas
A pulsão do meu corpo dentro da sua
O batimento de cada movimento
O prazer se queixas ou lamentos
Somos um único se a partir de agora
Francisco Alves Miztetlan
Código do texto: T1923063
Noite Tântrica
A pureza do seu corpo
Com a inocência de sua alma me seduz
Seu corpo nu incorporando a deusa se faz luz
Teus olhos sombreados de negro encaram-me
Na calada dessa noite possui-me
Pensamentos e sentimentos
Toda libidiosidade do ser está presente
Nossos corpos colados sentimos nossa respiração
O calor que tu me pssasa é mais do que pura sensação
Num sicronismo perfeito sinto o ar que sai de seu pulmão
A embriagues se faz presente
Profatizo seu corpo
Oh alma reluzente
Com um simples toque em sua pele eu sussurro
minhas mãos serenas tocam-te, minha doce succubus
Sua boca carnuda e lambuzada pelo mel da enternidade
Eleva meu ser, minha profana deidade
As carícias come4çam
Nossos corpos se entregam
Minha lígua percoore seu corpo nu
Por um momento somos apenas um
meus caninos lentamente invadem sua pele
meus delírios ecoam rastro de pura paixão que não lhe fere
seus lábios agora nos meus envaidecem-me
A doce melodia indiana ao fundo enloquece-me
Tomo uma garrafa de uma bebida doada por Baco
Acor do sangue, a cor da vida, pura lúbrica, oh ser libinosa
Nossos corpos melados pela fúnebre bebida
Espairece atá as almas mais sofridas
Agora tu pegas as frutas silvestres vermelhas
E as toma com a sua boca serena
O morango sexy em sua boca
Estremece-me!!
Uma coisa louca
Delicia-me em sua língua
Sacio-me de toda minha agonia
As velas vermelhas ainda estão acesas
O doce incenso, perfuma o fervoroso ambiente
Comecemos então
Nossa bela sensão
De delícias apaixonantes
Quentes e aconchegantes
Como Lilith você se aconchega em cima de meu corpo
De movimentos suaves e eternos, sinto oseu gosto
O cheiro do sândalo ainda se faz presente
Do almíscar à verbena sinto-te alma veemente
dançamos loucamente
E cada vez mais lentamente
Para sentir a energia extasiante que nos espera
Sinta-me dentro de ti minha amada das trevas
A pulsão do meu corpo dentro da sua
O batimento de cada movimento
O prazer se queixas ou lamentos
Somos um único se a partir de agora
Francisco Alves Miztetlan
Enviado por Francisco Alves Miztetlan em 13/11/2009
Código do texto: T1922089
Código do texto: T1922089
EROTISMO ASTRAL
O calor latente de seu corpo molhado
Estremece minha alma, minha doce ser apaixonada
Nessa noite quente
Os desejo carnais permanentes
Sua pele branca realça com a escuridão das sombras
Sua boca escarlate clama por um beijo molhado
Feche os olhos criatura nortuna
Eleve a sua alma ao vale das almas soturnas
Desça de seu pedestal sanguinário
Nada aqui é imaginário
Como que num gesto nobre e profano tornou-te em meus braços
Sob a vigilância do grande deus Baco
Despejo uma garrafa de vinho sobre seu corpo nua
O desenho avermelhado da bebida instiga-me como odesejo sangrento de um corvo
Minha língua percorre o seu pescoço
Sua a doce bebida da sua pele macia
Percorro os desenhos tatuados de negro, minha eterna cria
Meus caninos pontudos atravessam-te lentamente
Num toque sereno, beijo-te docemente
A dor carnal não mais está presente
A agonia da alma agora está ausente
Nossos corpos saudosos confunde-se na escuridão
Nossos gritos soturnos soam como berros sem lamentação
Seco todo o vinho de seu corpo com minha língua avermelhado
Seus olho púrpuros encaram-me na relva molhada
Seus seios voluptuosos excitam o meu corpo
Mostre-me oh dona de profana beleza
, suas garras malevolentes
arranha minha carne
Profanize-me sem piedade
Sugue o doce sangue eterno
Na imensidão desse universo
Depravamos as almas amantes
Susswurramos como dois coites uivantes
Venha, venha donzela das sombras
Deixe-me penetra-me em seu corpo
Sinta o prazer carnal que te proponho
Em movimentos doces e circulares
A dança sensual carnal, chega forte como grandes mares
Nessa noite sangrenta,
Nessa noite vadia,
Lambuze-me com toda sua idolatria
Sua boca macia ainda quer a minha
O sangue em nossos lábios erotiza nossos beijos
A doce mordida, com um laço
Prende os nossos desejos
Minha mão percorre o seu corpo quente
Minhas garras desenham forma em ti, oh ser reluzente
Acaricio-te, seduzo-te, adentro-me em sua alma
Adentro-me em seu corpo
Nossos órgãos como duas crianças noturnas
Entregam-se em nossa juventude impura
Gemidos do seu eterno prazer
Estremece minha alma, minha doce ser apaixonada
Nessa noite quente
Os desejo carnais permanentes
Sua pele branca realça com a escuridão das sombras
Sua boca escarlate clama por um beijo molhado
Feche os olhos criatura nortuna
Eleve a sua alma ao vale das almas soturnas
Desça de seu pedestal sanguinário
Nada aqui é imaginário
Como que num gesto nobre e profano tornou-te em meus braços
Sob a vigilância do grande deus Baco
Despejo uma garrafa de vinho sobre seu corpo nua
O desenho avermelhado da bebida instiga-me como odesejo sangrento de um corvo
Minha língua percorre o seu pescoço
Sua a doce bebida da sua pele macia
Percorro os desenhos tatuados de negro, minha eterna cria
Meus caninos pontudos atravessam-te lentamente
Num toque sereno, beijo-te docemente
A dor carnal não mais está presente
A agonia da alma agora está ausente
Nossos corpos saudosos confunde-se na escuridão
Nossos gritos soturnos soam como berros sem lamentação
Seco todo o vinho de seu corpo com minha língua avermelhado
Seus olho púrpuros encaram-me na relva molhada
Seus seios voluptuosos excitam o meu corpo
Mostre-me oh dona de profana beleza
arranha minha carne
Profanize-me sem piedade
Sugue o doce sangue eterno
Na imensidão desse universo
Depravamos as almas amantes
Susswurramos como dois coites uivantes
Venha, venha donzela das sombras
Deixe-me penetra-me em seu corpo
Sinta o prazer carnal que te proponho
Em movimentos doces e circulares
A dança sensual carnal, chega forte como grandes mares
Nessa noite sangrenta,
Nessa noite vadia,
Lambuze-me com toda sua idolatria
Sua boca macia ainda quer a minha
O sangue em nossos lábios erotiza nossos beijos
A doce mordida, com um laço
Prende os nossos desejos
Minha mão percorre o seu corpo quente
Minhas garras desenham forma em ti, oh ser reluzente
Acaricio-te, seduzo-te, adentro-me em sua alma
Adentro-me em seu corpo
Nossos órgãos como duas crianças noturnas
Entregam-se em nossa juventude impura
Gemidos do seu eterno prazer
Francisco Alves Miztetlan
Enviado por Francisco Alves Miztetlan em 13/09/2010
Código do texto: T2496121
Código do texto: T2496121





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